terça-feira, 13 de junho de 2017

Presidente da Câmara de Dorval recusa abolir a carne de porco do menu das cantinas das escolas


Os pais de alunos muçulmanos exigiram a abolição da carne de porco do cardápio de todas as escolas do Distrito de Montreal. O Presidente da Câmara do subúrbio de Dorval em Montreal recusou e o porta-voz da Câmara mandou uma carta aos pais explicando o porque. Eis o teor da carta:

"Os mulçumanos têm que perceber que devem se adaptar ao Canadá e ao Quebec: aos costumes, as tradições e ao modo de vida locais porque foi para aqui que eles escolheram imigrar. Têm que entender que se devem integrar e aprender a viver no Quebec.

Muçulmanos imigrantes têm que entender que cabe a eles mudar o seu modo de vida; não os Canadenses que tão generosamente os acolheram.

Têm que perceber que os Canadenses não são nem racistas nem xenófobos. Que aceitaram muitos imigrantes antes dos muçulmanos (já o contrário não é verdadeiro, pois estados muçulmanos não aceitam imigrantes não muçulmanos).

Que não mais do que outras nações, os Canadenses não estão dispostos a renunciar a sua identidade, a sua cultura.

E se o Canadá é um país hospitaleiro, não é o Presidente da Câmara que bem recebe os estrangeiros, mas os cidadãos quebequenses canadenses como um todo.

E por último, os imigrantes muçulmanos têm que perceber que no Canadá (Quebec) - devido às raízes judaico-cristãs, árvores de natal, igrejas e festivais religiosos - a sua religião deve permanecer no fórum privado. A municipalidade de Dorval procedeu acertadamente ao recusar quaisquer concessões ao Islão e a Sharia.

Aos muçulmanos que discordam do secularismo e não se sentem desejados no Canadá, tenho a dizer que há 57 lindos países muçulmanos no mundo, na sua maioria pouco populosos  e prontos a recebê-los com braços abertos à la halal de acordo com a Sharia.

Se você emigrou do seu país para o Canadá e não para outro país muçulmano é porque concluiu que a vida é melhor no Canadá do que em qualquer outro país.

Pergunte a si próprio, uma só vez, porquê é melhor aqui no Canadá do que de onde vim?  "Uma cantina onde se serve carne de porco" é parte da resposta.


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É a atitude que todos países deveriam adoptar.


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sábado, 10 de junho de 2017

Pela prorrogação da data de pagamento do boleto do ENEM 2017

Assine para dar uma 2ª chance a quem perdeu o prazo.

Milhares de estudantes estão IMPEDIDOS de participar do ENEM 2017 porque não conseguiram pagar a taxa de R$ 82,00 até o dia 24 de maio de 2017. Considerando-se a enorme crise que atravessamos, o grau de desemprego e uma série de outros fatores, nenhum estudante deve ser privado de participar do ENEM por não ter conseguido quitar o boleto até a data limite.
É bom ressaltar que, em uma escola particular, nenhum aluno pode ser impedido de fazer prova por estar em atraso com sua mensalidade.
Vale lembrar ainda que, quem solicitou a isenção da taxa de inscrição, seja por meio do Decreto 6.135/2007 (inscrição no Programa CadÚnico do Governo Federal) ou pela Lei 12.799/2013 (isenção em processos seletivos de instituições federais de ensino superior), teve seu pedido negado e não pagou a taxa, ainda terá uma oportunidade: nesse caso o candidato poderá entrar em contato com o MEC/Inep e encaminhar documentos comprobatórios para análise da situação.
Se estes candidatos terão uma segunda chance para quitar o boleto da taxa do ENEM, por que os demais que não conseguiram, idependente do motivo, não podem ter o mesmo tratamento?
Pede-se nesse abaixo-assinado que o prazo de quitação do boleto seja extendido até 24 de julho de 2017, já que o exame será realizado apenas no mês de novembro:

quinta-feira, 1 de junho de 2017

DISCURSO DO GENERAL PAULO CHAGAS

Liberdade para quê? Liberdade para quem?
Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?
Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e  hipócritas?
Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à  luz do dia, já dura 26!
Fala-se muito em liberdade!
Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros  fumê!
Mas, afinal, o que se vê?
Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e
quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos,  violência e muita hipocrisia.
Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos  “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas,  crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças  assassinadas.
Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras  invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.
Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e seqüestros. Uma terra em que a família não é valor,  onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos,  patrícios e estrangeiros.
Mas, afinal, onde é que nós vivemos?
Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado,  indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis  para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!
Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que  encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela  polícia!
Vivemos no país da censura velada, do “microndas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência  pacífica do contraventor com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e  a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras  destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas cientificas  de anos, irrecuperáveis!
Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?
Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a  controla?
Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?
E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da  desordem?
Quanta falsidade, quanta mentira, quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a  indignação nos traga de volta a vergonha, a autoestima e a própria  dignidade?
Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?

Paulo Chagas é General da Reserva do Exército do  Brasil.

Após a leitura, não deixe de repassar. É o retrato do nosso Brasil.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

ESTARRECEDOR

O Procurador da República, Deltan Dallagnol, da Força Tarefa da Lava-Jato, compartilhou e estamos copiando aqui a Análise de José Padilha, colunista de O Globo, sobre o Mecanismo de Exploração da Sociedade Brasileira (aquilo que todos nós já sabemos mas que agora está bem melhor explicado).

"A importância da Lava-Jato
Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira

01) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

02) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

03) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

04) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

05) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

06) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

07) Foi o mecanismo quem manipulou as massas para eleger: o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

08) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

09) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos ou re-eleitos.

10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

12) A grande maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal...

21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo."      

 Depois desta leitura se você se sentir impotente, ACREDITE que você
pode fazer história. Continue lutando da maneira possível. REPASSE: é uma forma de luta. E não tenha medo de ir para ruas, seus filhos terão orgulho de você. O Brasil é o nosso país.    

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terça-feira, 22 de setembro de 2015

O Engodo do Ajuste Fiscal de Dilma


O anúncio do ajuste fiscal feito pelos ministros da área econômica de Dilma não passa de um monte de promessas vazias. Na realidade, constitui um pacote onde, tais medidas (15 de 16 dependem da aprovação do congresso) são um papel de seda frágil e enfeitado que serve para embrulhar um presente de grego aos cidadãos brasileiros chamado CPMF.  Eu chamo a CPMF de Confisco Para
Manter a Falcatrua!

O povo já sobrecarregado, que trabalha 5 meses para pagar impostos que deveriam ser devolvidos aos contribuintes em forma de saúde, educação, segurança e transporte de qualidade, usa os outros 7 (+1 para quem está no mercado formal) para financiar esses serviços, já pagos, novamente se não quiser morrer na fila do SUS, aprender o mínimo para disputar uma vaga no mercado de trabalho, contratar serviços de vigilância e instalar equipamentos de segurança para não ser assaltado ou morto e pagar um táxi ou manter seu próprio carro porque não há transporte público decente. Concordar com a volta desse confisco é dar sobrevida a um governo falido e corrupto que já mostrou de todas as formas que não é capaz de conduzir o país.

Se o Congresso Nacional não agir, ou se Dilma não tiver a sensibilidade de reconhecer seu fracasso administrativo, político e moral e insistir em não renunciar, os danos ao país serão irreparáveis a curto e médio prazo. Tirar o Brasil do limbo no pós-Dilma será uma tarefa dolorosa que demandará tempo, cooperação política e muita, mas muita paciência e esforço do povo brasileiro.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Minha Casa Meu Pesadelo


Uma realidade pouco percebida sobre o Minha Casa Minha vida reside no fato de que ganhar uma casa nova a precinho de banana é um pouquinho mais complicado do que parece a princípio. Conversando com um funcionário de prefeitura de trabalha na pasta de Desenvolvimento Social, entendi que o buraco é mais embaixo. Ele me contou dos efeitos colaterais ocultos nessa panaceia social que ninguém divulga. Vou citar uns dois, apenas para efeito ilustrativo: oriundos de comunidades (favelas e invasões) que têm sua organização muito particular, moradores do Minha Casa Minha Vida se deparam com uma mudança de vida para a qual não tinham a menor ideia de como seria. Acostumados a "despesas zero" por gatos de todos os serviços, de repente vêem sua caixa de correio repleta de contas de água e luz, com valores estratosféricos. Isso ocorre porque, como nunca pagaram por esse serviço, não usam com parcimônia e a conta reflete os abusos que os mortais comuns, que sempre pagam pelos serviços não comentem porque sabem do custo. Daí eles vão direto para a Assistência Social das prefeituras para reclamar que estão sendo "roubados" pelas companhias de luz e água e que não têm nenhuma condição de pagar uma conta nesse valor. Ocorrem situações inusitadas como alguns perguntarem: - Mas não tem "gatoNET" aqui? O ouvem a triste resposta: - Aqui não tem nem NET oficial, meu amigo, muito menos gatoNET. Vale lembrar que com o sistema despesas zero que tinham, assumiram alguns carnês nas Casas Bahia da vida. E agora ainda assumiram uma prestação do novo imóvel, mesmo que pequena, mas não há orçamento para o novo padrão de vida.

Outro problema recorrente é que não há infraestrutura preparada para receber as centenas de famílias (milhares de pessoas) de uma só vez naquela região. Não há vagas nas escolas, não há postos de saúde com capacidade de atender a demanda, não há transporte público suficiente. O resultado é que, por paradoxal que pareça, a qualidade de vida dessas pessoas cai ao invés de melhorar. Ao serem perguntados se eles preferem a nova vida ou a vida antiga da comunidade ou invasão, respondem que estão com saudades dos amigos, da vidinha que levavam, do velho e bom churrasco na laje. Faz lembrar aquela pessoa que ganha um carro zero em algum sorteio, mas não tem carteira de motorista, não tem garagem para estacionar, não tem dinheiro para pagar o IPVA e os impostos, o seguro particular e nem mesmo a gasolina. O carro vira um problema ao invés de ser uma solução.

O que estou querendo dizer é que o buraco é mais embaixo. Não basta presentear uma família com um imóvel novo como se isso fosse a solução de todos os seus problemas. Em vários casos, pode ser um problema a mais, infelizmente. Não sou contra o programa, em absoluto. Sou contra a forma como ele é feito e como é vendido pela propaganda do governo. Agora pense no cidadão que acabou de perder seu emprego... Minha Casa Meu Pesadelo ao abrir a caixa do correio e encontrar, além das contas, uma intimação da Caixa e a ameaça de perder sua casinha.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Ressaca dos protestos



Enquanto me recupero de uma forte gripe que me tirou das redes sociais por quase uma semana, abro o computador para avaliar os desdobramentos dos protestos deste domingo (13/03). Fico feliz por ver a consciência democrática do povo brasileiro amadurecendo. Ao mesmo tempo, me sinto cético quanto ao fato de que o simples "impeachment" de Dilma, exigido por milhares, poderá consertar o país a curto prazo. Pode desencadear um processo de correção de rumos, mas a solução está longe de se limitar a esta simples ruptura.

O estrago é muito grande, e, por paradoxal que pareça, necessário ao amadurecimento político do país. Talvez agora se perceba que não se faz política social sem crescimento econômico. O povo precisa de emprego e não de bolsas e benesses ilimitadas de toda sorte.

Senão vejamos: Calcule que o bolsa família custa 25 bilhões por ano. Em 3 mandatos custou 300 bilhões mais juros do custo deste capital. Estamos falando de quase meio trilhão! Sabemos que meio trilhão investidos no setor produtivo gerariam milhares de empregos e renda. Gera riqueza. Nas benesses, esse montante se transforma em consumo e volta uma parte para o governo em impostos, outra parte (a maior) vai para o setor financeiro que financia o consumo e apenas uns 5% vira lucro para o setor produtivo.

Some-se ao meio trilhão do bolsa família, mais outro tanto desse no ralo da corrupção. Se você pensa que é exagero, lembre-se que o buraco das BRAS já bate nos 200 bilhões. Agora espere até abrirem os números do BNDS. Não se cobre um rombo monetário destes a curto prazo. Mas o pior é o rombo causado pelo descrédito da "crise de confiança" que afugenta o capital estrangeiro, provoca a corrida para o dólar e ainda ferra com as exportações.

O Brasil não é uma máquina de produzir riqueza suficiente para tamanha generosidade social e voracidade para o roubo promovidas por tucanos e petistas. O gigante está combalido. O remédio será amargo e tomara que encontremos o caminho do equilíbrio entre o liberalismo econômico e a responsabilidade social.

Heber Dias