sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Exercício de Kegel combate a flacidez vaginal

Como prometemos, sempre haverá um papo calcinha por aqui também, para prestigiar nosso público feminino. Ninguém aguenta só papo cueca né?

O problema provoca incontinência urinária e até atrapalha na hora do sexo; exercícios simples ajudam a prevenir

Da Redação Abril.com

Músculo da vagina precisa de exercício, assim como o corpo

Dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) mostram que de 10 a 12% das mulheres entre 18 e 35 anos sofrem de incontinência do esforço, a perda involuntária da urina durante momentos de atividade física, como tosse, risadas, espirros, carregar peso e subir escadas.

"O problema pode ser de nascença, decorrente de mudanças físicas como a gravidez ou até consequência da falta de exercícios", resume Luis Seabra Rios, chefe do departamento de urologia feminina da SBU.

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Ou seja: a vagina também está sujeita à mesma lei implacável das academias de ginástica. Para deixar os músculos mais tonificados, fortes e irrigados é preciso exercitá-los.

Exercício de Kegel
O treinamento mais básico para os músculos inferiores da pélvis é contrair e relaxar, como se estivesse fazendo um movimento para segurar a urina. Essa pequena série é conhecida como exercício de Kegel (o nome é uma homenagem ao médico que o criou).

Iniciantes devem começar com trinta contrações diárias e ir aumentando até chegar a noventa por dia. A dica é contrair e segurar por cinco segundos, depois relaxar outros cinco.

E esses exercícios vaginais não são recomendados apenas para quem já sofre com a flacidez. "O fortalecimento também previne o aparecimento desses problemas", diz o chefe de uroginecologia e cirurgia vaginal da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Rodrigo Castro.

Contrair e relaxar a vagina parece ser um movimento superfácil de fazer. Mas nem todas conseguem. Segundo o ginecologista Jorge Haddad, do Hospital das Clínicas de São Paulo, cerca de 30% das mulheres não são capazes de realizar a contração da vagina adequadamente. "Nesses casos, só um ginecologista pode dar um diagnóstico preciso", diz Castro.

*Com informações da GLOSS

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