sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Catraca Livre - Gilberto Dimenstein divulga campanha #DoeUmLivroNoNatal


Catraca Livre apoia campanha no twitter: “Doe um Livro no Natal”

Gilberto Dimenstein

Twitter cria Papai Noel inteligente

Provavelmente, nunca em toda a história do Natal no Brasil tantas crianças pobres receberão tantos livros – e tudo isso graças à invenção do twitter. Já são 78 mil livros. E sem que ninguém tenha que pagar nada. Ou quase nada – o detalhamento da experiência está no www.doeumlivrononatal.blogspot.com

A história começou, em outubro, sem grandes pretensões, com três pessoas (Heber Dias, Laura Furquim e José Luiz Golfarb) pedindo que, neste Natal, as pessoas doassem livros para comunidades pobres. As mensagens foram enviadas pelo twitter – o twitter do Catraca Livre também aderiu www.twitter.com/catracalivre.

A ideia foi crescendo, aliando novos aliados, entraram livrarias, governo, ONGs, e se criaram redes para receber os livros.

Espera-se que, até o Natal, a coleta chegue a 100 mil livros.

O interessante aqui é que esse Papai Noel inteligente tem tudo para continuar todo o ano. Basta que se mantenham esses pontos de recepção, que são públicos e comunitários, e as pessoas continuem enviando seus livros.

Seria criada, portanto, uma gigante biblioteca comunitária – daí se vê o que ocorre quando se usa bem a tecnologia a favor da educação.

Coluna publicada na Folha Online, editoria Pensata.


Fonte: Catraca Livre

Um comentário:

  1. Nós estamos fazendo uma campanha interessante também, que esperamos manter por um bom tempo e até o ano inteiro dependendo do apoio que recebermos das Editoras, coisa que estamos tentando agora.
    Parabens aos idealizadores e apoiadores.

    Livraria troca livros por lixo.


    Cada 20 fracos usados de xampu, garrafas e outros objetos prontos para o descarte no lixão por um livro. A campanha inovadora é da Livrarias Athenas, de Imperatriz (MA), que, em parceria com a Universidade Federal do Maranhão, promete entregar 1.000 livros e tirar da praça 20 mil recipientes plásticos que estão poluindo a cidade. A ideia é do livreiro José Arteiro Muniz, um apaixonado tanto por livros quanto pela natureza.
    O negócio do livro vai, enfim, começando a descobrir a responsabilidade social empresarial.
    Texto retirado da coluna do Galeno Amorim

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