quarta-feira, 22 de julho de 2009

Lula lança versão moderna do 9º mandamento: Não mancharás a biografia do teu próximo.

Lula agora é o protetor das biografias. Ele alerta para não manchar os ilibados currículos dos "companheiros", antigos e atuais. Sim, porque a gama de companheiros do presidente aumentou muito ultimante. O panteão dos sindicalistas xiitas e guerrilheiros exilados já não é mais o mesmo. Tem gente da direita, da esquerda, do meio, de trás, da frente, de cima e de baixo (principalmente de baixo).

Biografia de ex-presidente então nem se fala. Bem... Ele não se preocupou muito em preservar a do FHC. Até hoje tenta "breá-la" com nódoas de toda sorte. Biografia de tucano é pra cagar mesmo! Sem dó.

Quem diria? O que eu não entendo é por que o senado tá coalhado de ex-presidentes da república. Será que eles não deveriam estar dirigindo alguma ONG internacional para acabar com a fome no mundo ou alguma destas causas nobres onde sempre cabe mais um?

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Lula pede a novo procurador que tome cuidado com biografia de investigados

Exageros podem levar Congresso a castrar o Ministério Público, disse Lula.
Corrupção aparece mais agora por conta de investigações, completou.



Jeferson Ribeiro do G1, em Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (22), durante discurso na posse do novo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que o Ministério Público não deve se preocupar apenas com a biografia de quem está nas investigações, mas também com a biografia dos investigados. Segundo ele, os procuradores têm que evitar a pirotecnia para que as atribuições da instituição não sejam castradas pelo Congresso.

"Gurgel, nesse um ano e meio de convivência que vamos ter, jamais farei um pedido pessoal à vossa excelência e jamais colocarei um alfinete para atrapalhar qualquer investigação da instituição. A única coisa que peço é que uma instituição que tem o poder que o Ministério Público tem, garantido pela Constituição, tem o direito e a obrigação de agir com a máxima seriedade, não pensando apenas na biografia de quem está fazendo a investigação, mas pensando da mesma forma na biografia de quem está sendo investigado", pediu Lula.

Segundo o presidente, no Brasil as pessoas são condenadas antes do término do processo "dependendo da carga de manchetes da imprensa."


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