quarta-feira, 22 de julho de 2009

Buarque avisa: O fim está próximo!

Quem avisa amigo é... Buarque é desses amigos, que, a exemplo de Pedro Simon, Arthur Virgílio estão mandando recados amistosos ao seu José para que ele abandone a cadeira por iniciativa própria em quanto é tempo.

Pelo andar da carruagem, seu José já deve ter colocado seu bigode de molho, e pode estar negociando um afastamento amigável, protegido por um acordo de silêncio. Se assim for, a imprensa volta a se preocupar apenas com a gripe suína, varre-se os atos secretos para debaixo do tapete e seu José volta depois por cima da carne seca.

Podem ter certeza amigos... Pizza de jabá à vista! Que cessem os tambores e se toque a tarantela.

Representação pela cassação de Sarney ‘está próxima’, diz Cristovam



Senador diz que vai levar ao partido proposta de renúncia de presidente. Jornal traz diálogos em que filho de Sarney negocia nomeação com o pai.



Robson Bonin do G1, em Brasília



Um dos integrantes do grupo que defende a renúncia do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), do comando da Casa, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) afirmou nesta quarta-feira (22) que o surgimento de novas denúncias está deixando “mais próxima” a possibilidade de abertura de um processo de cassação contra o colega. “Está muito próxima a possibilidade de uma representação pela cassação de Sarney”, afirmou Cristovam.
O senador do PDT, no entanto, afirmou que os partidos ainda defendem a renúncia de Sarney. Para Cristovam, a ideia de que o recesso abrandaria a pressão sobre o presidente do Senado caiu por terra. “Deixamos uma casa pegando fogo e esse fogo só aumenta”, avalia.
Cristovam afirma que os demais partidos devem ingressar no Conselho de Ética da Casa contra Sarney. Para ele, o presidente do conselho, Paulo Duque (PMDB-RJ), tem a obrigação de ordenar a abertura de investigação sobre o caso. “A briga não pode ser mais do PSOL, tem de ser todos os partidos. O (Paulo) Duque não tem direito de arquivar o processo, porque seria uma bofetada na cara do povo esse arquivamento”, argumenta.
Embora não tenha respaldo legal no regimento da Casa, Cristovam afirmou que vai tentar propor, na volta do recesso, que seja realizado um plebiscito no plenário do Senado, para que todos os senadores, em votação aberta, decidam sobre a permanência de Sarney no comando do Senado.

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