terça-feira, 28 de julho de 2009

PAC II - Nova falácia teomaníaca de Lula

Lula surtou de vez. Ao vê-lo aos mimos com Collor e Sarney, já dava para desconfiar que o presidente tava com sintomas de borderline, mas agora ele "pirou sinistro". O caso é mais crítico. Tá com a Síndrome do Todo Poderoso. Alguém com algum juízo, pelo amor de Deus acorde o cara. Misturaram êxtase na pinga dele.

Sem ter conseguido tirar do papel o PAC, que anda super emPACado, Lula prepara mais uma pirotecnia para impressionar os desavisados. PAC II - A Promessa.

De fato, nunca antes na história desse país se prometeu tanto e se cumpriu tão pouco. Lula não é mais apenas megalomaníaco; é teomaníaco. Quanto delírio.



Teomania: Desejo maléfico e invejoso de adquirir um poder divino; mais forte em indivíduos psicóticos e pessoas em posições de poder na sociedade. De acordo com Dr. Keppe, a teomania, uma forma extrema de megalomania, é a causa primeira de toda doença (social, mental, orgânica). Psicóticos freqüentemente se vêem como divindades.


Lembram da charge do Alecrim de 2007:

Lula lançará novo PAC no início do ano eleitoral

do UOL Notícias
e da Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou hoje (28) que vai lançar, em fevereiro do ano que vem, um novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para o período de 2011 a 2015. Segundo ele, o objetivo é deixar as coisas aprovadas, para que quem entrar depois dele não tenha de "começar do zero". O lançamento será em fevereiro, poucos meses antes do início da campanha eleitoral, que, a depender das atuais propabilidades, terá na ministra Dilma Rousseff, batizada por Lula de "mãe do PAC", a candidata do PT à Presidência da República.

Lula não falou ainda de valores previstos para investimentos no novo PAC.

Lançado no final de janeiro de 2007, primeiro mês do segundo mandato de Lula no Planalto, com dois anos e meio de vigência somente 15,1% das obras do PAC haviam sido concluídas até o primeiro semestre deste ano, segundo o sétimo balanço do programa, divulgado em junho passado, em Brasília. Foram concluídos 335 empreendimentos, a maioria deles da área de energia (186).

Em discurso nesta terça-feira na cidade de Campina Grande, na Paraíba, Lula disse também que o Brasil terá um crescimento "surpreendente" no próximo ano. "O Brasil está saindo da crise, e no ano que vem vamos ter um crescimento surpreendente". Ele atribuiu parte da crise econômica ao pânico e lembrou que, nos encontros que tem tido com governantes de outros países, como os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da França, Nicolas Sarkozy, só tem ouvido elogios à política econômica do Brasil. "E só tende a melhorar, não pense que há espaço para piorar", afirmou.

O presidente criticou a oposição, que, segundo ele, torce para que o Brasil não dê certo, para assim ter chance nas eleições. "Eles [oposicionistas] têm que saber uma coisa: primeiro, que não sou mais candidato e, segundo, se o Brasil for mal, não será ruim para o Lula, para a Dilma [ministra Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil], para o Fernando Haddad [ministro da Educação], será ruim para a parte mais pobre deste país."

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