sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Sarney tá Zonerando familiares

Sassá resolveu zonerar ex-namorado da neta, mesmo depois dele ter sido efetivado no senado. O cara tá de férias e quando voltar será quicado. Primeiro ele tinha anulado todos os atos secretos, depois desanulou tudo de novo. Pura pirotecnia! De qualquer forma, ex-namorado de neta, nem é parente. Será por que que eles terminaram o namoro? Pode ser a explicação...


Após ex de neta ser efetivado, Sarney manda exonerar jovem

Marina Mello
Direto de Brasília

Apesar de o Senado ter efetivado nesta quinta-feira o ex-namorado da neta do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), ao ser comunicado do fato, o peemedebista optou por exonerar o rapaz do cargo para que "não paire nenhuma dúvida" sobre o assunto.

Como não houve tempo para anular o ato que convalidava a permanência de Henrique Bernardes, a Casa deverá publicar depois outro ato com a saída do jovem. Além disso, Bernardes está de férias e só será demitido depois que retornar da licença.

Os atos secretos são decisões ou nomeações que não foram publicadas durante 14 anos de gestão do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia, afastado em março por Sarney. Em julho, o presidente do Senado anulou todos os atos secretos. Pouco tempo depois, Sarney voltou a atrás em sua decisão.

O funcionário foi inicialmente nomeado para ocupar um cargo na Diretoria-geral, mas acabou sendo transferido para trabalhar no serviço médico da Casa.

Para ter conseguido regularizar sua situação, em tese, o ex-namorado atendeu aos requisitos estipulados pela diretoria do Senado para manutenção dos servidores nomeados via ato secreto, como o de comprovar que realmente trabalha na Casa.

Desde que assumiu o comando do Senado, José Sarney é acusado de cometer uma série de irregularidades, que incluem responsabilidade na edição dos chamados atos secretos, desvio de recursos de um patrocínio feito pela Petrobras à fundação que leva seu nome, além da prática de tráfico de influência em favor do então namorado de uma neta sua.

As 11 ações contra o peemedebista, protocoladas no Conselho de Ética, foram arquivadas. O senador nega as acusações.

Redação Terra

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