sábado, 8 de agosto de 2009

Palavrão é retirado dos anais do Senado, mas Sarney fica.

Como eles já tem o péssimo hábito de varrer toda a sujeira pra debaixo do tapete mesmo, isso não chega a ser novidade. É bem verdade que o conceito de "sujeira" deles é bem diferente do nosso. As onze representações contra Sarney, por exemplo, não são sujeira pela avaliação do nobre presidente do Conselho de Ética (huahuahuahua-eu não aguento-huahuahua), senhor Paulo Duque.

Quem assistiu Sarney se explicar em um discurso pífio e completamente descoordenado, ouviu por exemplo coisas do tipo: Não é nepotismo, quem negaria ajuda? E ainda: A polícia do senado é pra isso mesmo...



Bate-boca entre Renan e Tasso: 'Coronel de merda' é excluído da ata oficial do Senado

Isabel Braga - O Globo


Os senadores Tasso Jereissati e Renan Calheiros bateram boca durante sessão do Senado nesta quinta-feira - Ailton de Freitas/Agência O Globo

BRASÍLIA - O palavrão usado pelo líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), para xingar o tucano Tasso Jereissati (CE) não ficará registrado na História oficial: a expressão "coronel de merda" foi excluída da ata da sessão de quinta-feira do plenário e não constará no Diário Oficial do Senado nem nos anais da Casa. Apesar de as notas taquigráficas da sessão, distribuídas quinta à noite, terem incluído o xingamento feito fora do microfone, a palavra "merda" foi excluída das mesmas notas expostas nesta sexta na página do Senado na internet. As demais agressões foram mantidas.

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